Xfce é um ambiente de trabalho gráfico, executado sobre o sistema de janelas X em sistemas Unix e similares. Assim como GNOME, o Xfce utiliza a biblioteca GTK+ 2 para fazer a interface com o usuário, o que os tornam ligeiramente parecidos. Entretanto, uma preocupação do Xfce é ser mais rápido e consumir menos recursos da máquina do que o GNOME, que é considerado excessivamente grande e consumidor de recursos desnecessariamente.
A atual versão, 4.6, é modular e reutilizável como as anteriores. É composto por diversos componentes que combinados fornecem um ambiente de trabalho completo.
O Xfce pode funcionar em hardware com poucos recursos.
Xfce ainda não é tão popular entre as distribuições Linux quanto os outros ambientes de trabalho como o KDE e o GNOME. Poucas distribuições incluem o Xfce como seu ambiente padrão, no entanto, a maioria o inclui como um componente opcional.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
KDE
Software de origem alemã, o KDE (sigla inglesa para K Desktop Environment) é, simultaneamente, um ambiente gráfico (que inclui um gerenciador de janelas) e uma plataforma de desenvolvimento livre e de código aberto, desenvolvido com base na biblioteca Qt.
Voltado inicialmente aos utilizadores de plataformas Unix, funciona também no Mac OS X utilizando o seu servidor X11 e no Windows através do ambiente Cygwin.
Juntamente com o GNOME é um dos mais populares ambientes gráficos usados no Linux.
Etimologia
Quanto à etimologia do nome, o K não tem função especial, a não ser por ser a letra que vem imediatamente antes de L, de Linux. Também já foi chamado de Kool Desktop Environment.
Arquitetura
O gerenciador de janelas disponibilizado (KWin) é responsável por fornecer uma interface gráfica organizada e consistente para que aplicativos sejam executados e para que o usuário interaja com o computador, tanto utilizando aplicativos específicos quanto funções básicas como manipulação de arquivos e dispositivos. Com uma barra de tarefas intuitiva (muito ao estilo da do Windows), este ambiente de trabalho é um dos pesos pesados do GNU/Linux no que diz respeito a interfaces gráficas: segundo os autores, o KDE visa a oferecer a versatilidade do Linux, minimizando o contraste da interface relativamente a outros sistemas operativos, pelo que não será de estranhar reconhecer aspectos de organização e apresentação já vistos noutros ambientes gráficos de sistemas operativos.
O KDE é feito com base na biblioteca Qt, de propriedade da empresa Trolltech, enquanto que o GNOME, outro ambiente gráfico para Unix, é baseado na biblioteca GTK, do Projeto GNU. A biblioteca Qt é gratuita para aplicações Open Source, e as bibliotecas do KDE são licenciadas como LGPL ou BSD-compatível. O licenciamento da Qt prevê que quem desenvolver aplicações de código fechado com Qt seja obrigado a adquirir uma licença. Detalhes adicionais podem ser conferidos em Licença Qt.
Em compensação à questão do licenciamento para projetos de código fechado, o KDE possui um framework de desenvolvimento muito potente, com uma IDE multilinguagem — KDevelop —, e diversas tecnologias como KParts, KIO, DCOP, KHTML, e um conjunto poderoso de bibliotecas.
O KDE foi inteiramente criado em C++, e inclui também uma suíte de escritório (Office) simples, mas com muitos componentes: processador de texto (KWord), folha de cálculo (KSpread), programa de apresentações (KPresenter), editor de diagramas gráficos (KChart), de equações (KFormula), gerador de relatórios (Kugar), editor de diagramas e fluxogramas (Kivio), base de dados (Kexi), editor de gráficos bitmap (Krita) e vetoriais (Karbon14).
Projetos que também merecem menção são a suíte educativa Kdeedu e a suíte Kontact, uma solução completa de clientes para trabalho em grupo (E-mail, calendário, agenda, sincronização, alarmes, notícias, RSS).
Konqi, mascote do sistema KDE.
Alguns aplicativos do KDE
* amaroK
* digiKam
* Gwenview
* Kolf
* Komposé
* Konqueror
* Konqi
* KPDF
* Krusader
* KStars
Voltado inicialmente aos utilizadores de plataformas Unix, funciona também no Mac OS X utilizando o seu servidor X11 e no Windows através do ambiente Cygwin.
Juntamente com o GNOME é um dos mais populares ambientes gráficos usados no Linux.
Etimologia
Quanto à etimologia do nome, o K não tem função especial, a não ser por ser a letra que vem imediatamente antes de L, de Linux. Também já foi chamado de Kool Desktop Environment.
Arquitetura
O gerenciador de janelas disponibilizado (KWin) é responsável por fornecer uma interface gráfica organizada e consistente para que aplicativos sejam executados e para que o usuário interaja com o computador, tanto utilizando aplicativos específicos quanto funções básicas como manipulação de arquivos e dispositivos. Com uma barra de tarefas intuitiva (muito ao estilo da do Windows), este ambiente de trabalho é um dos pesos pesados do GNU/Linux no que diz respeito a interfaces gráficas: segundo os autores, o KDE visa a oferecer a versatilidade do Linux, minimizando o contraste da interface relativamente a outros sistemas operativos, pelo que não será de estranhar reconhecer aspectos de organização e apresentação já vistos noutros ambientes gráficos de sistemas operativos.
O KDE é feito com base na biblioteca Qt, de propriedade da empresa Trolltech, enquanto que o GNOME, outro ambiente gráfico para Unix, é baseado na biblioteca GTK, do Projeto GNU. A biblioteca Qt é gratuita para aplicações Open Source, e as bibliotecas do KDE são licenciadas como LGPL ou BSD-compatível. O licenciamento da Qt prevê que quem desenvolver aplicações de código fechado com Qt seja obrigado a adquirir uma licença. Detalhes adicionais podem ser conferidos em Licença Qt.
Em compensação à questão do licenciamento para projetos de código fechado, o KDE possui um framework de desenvolvimento muito potente, com uma IDE multilinguagem — KDevelop —, e diversas tecnologias como KParts, KIO, DCOP, KHTML, e um conjunto poderoso de bibliotecas.
O KDE foi inteiramente criado em C++, e inclui também uma suíte de escritório (Office) simples, mas com muitos componentes: processador de texto (KWord), folha de cálculo (KSpread), programa de apresentações (KPresenter), editor de diagramas gráficos (KChart), de equações (KFormula), gerador de relatórios (Kugar), editor de diagramas e fluxogramas (Kivio), base de dados (Kexi), editor de gráficos bitmap (Krita) e vetoriais (Karbon14).
Projetos que também merecem menção são a suíte educativa Kdeedu e a suíte Kontact, uma solução completa de clientes para trabalho em grupo (E-mail, calendário, agenda, sincronização, alarmes, notícias, RSS).
Konqi, mascote do sistema KDE.
Alguns aplicativos do KDE
* amaroK
* digiKam
* Gwenview
* Kolf
* Komposé
* Konqueror
* Konqi
* KPDF
* Krusader
* KStars
quarta-feira, 24 de junho de 2009
GNOME
GNOME (acrônimo para GNU Network Object Model Environment) é um esforço global para a criação de um ambiente de trabalho completo, gratuito e composto inteiramente por software livre.
GNOME é parte do Projeto GNU e pode ser utilizado por vários sistemas baseados em Unix, principalmente por sistemas Linux e sistemas BSD.
Metas
"O projeto GNOME provém duas coisas: O ambiente de trabalho GNOME, um ambiente intuitivo e atrativo para os usuários, e a plataforma de desenvolvimento GNOME, uma plataforma extensa para desenvolvimento de aplicações que se integram com o resto do ambiente." - GNOME.org
O projeto GNOME dá ênfase à simplicidade, usabilidade, e fazer as coisas simplesmente funcionarem. As outras metas do projeto são:
* Liberdade - para criar um ambiente de trabalho que sempre terá o código fonte disponível para reutilização.
* Acessibilidade - assegurar que o ambiente pode ser usado por qualquer pessoa, independentemente de habilidades técnicas, ou deficiências físicas.
* Internacionalização - fazer o ambiente disponível em vários idiomas. No momento o GNOME está sendo traduzido para mais de 160 idiomas.
* Facilidade para o desenvolvedor - assegurar que seja fácil escrever um programa que se integra com o ambiente, e dar aos desenvolvedores liberdade de escolher sua linguagem de programação.
* Organização - um ciclo de versões regular e uma estrutura disciplinada.
* Suporte - assegurar suporte a outras instituições fora da comunidade GNOME.
Origem
Em 1951, iniciava-se o projeto AGF. Muito embora o Ambiente AMD fosse livre, ele era construído através da toolkit TR, que era livre naquele momento. Membros do projeto GNU ficaram preocupados com a possibilidade de que um ambiente de trabalho livre fosse feito sobre uma toolkit proprietária. Diante de tal dilema, o projeto HJD nasceu em agosto de 1997 pelos esforços de Miguel de Icaza e Federico Mena.
No começo, o objetivo principal do GNOME foi fornecer uma suíte amigável ao usuário de aplicações e um desktop fácil de usar.
O GNOME foi escrito originalmente na linguagem de programação C. Logo depois um grande número de linguagens foram encorpando o GNOME e suas aplicações, por exemplo, linguagens como: C++, Ruby, Python, Perl e muitas outras. No lugar do Qt, o GTK foi escolhido como a base para desenvolvimento do GNOME. A licença é a GNU GPL General Public License (GPL).
Desenvolvimento de Aplicações
O GNOME conta com uma coleção rica de ferramentas, bibliotecas, e dos componentes para desenvolver aplicações poderosas em Unix.
O Office do GNOME
A distribuição completa do GNOME inclui uma suite para escritório (Office) através da integração de vários projectos independentes: processador de texto (AbiWord), folha de cálculo (Gnumeric), gestão de projetos (Planner), editor de diagramas (Dia), programa para desenhos vetoriais (Inkscape) e de imagem (GIMP).
Liberdade
O projeto GNOME foi o primeiro a oferecer um desktop inteiramente livre para sistemas baseados em Unix. Software livre significa apoderar os usuários, e garantir direitos sobre os softwares que eles usam. Com Software Livre, o usuário possui vários direitos:
* O direito de utilizar o software.
* O direito de redistribuir o software: se você tem um componente de Software Livre, você pode compartilhá-lo com outro (nenhuma taxa de licença é requerida).
* O direito de aprender o software.
* O direito de alterar o software (todo o código fonte, arquivos de dados e imagens). Por exemplo, usuários podem melhorá-lo, estendê-lo, reduzi-lo, consertar problemas, aprender ou experimentar.
* O direito de redistribuir suas versões modificadas do software. Isto significa que, uma vez que você tenha feito suas modificações no software, você pode redistribuir estas mudanças para seus amigos, clientes ou qualquer pessoa.
Estes direitos e liberdades estão no núcleo do projeto GNOME. Os efeitos laterais dos Softwares Livres são que eles tendem a ser de qualidade muito elevada, eles evoluem muito rapidamente, os problemas são reparados rapidamente, e em geral o sistema é bom para ambos, Usuário e Colaborador.
GNOME é parte do Projeto GNU e pode ser utilizado por vários sistemas baseados em Unix, principalmente por sistemas Linux e sistemas BSD.
Metas
"O projeto GNOME provém duas coisas: O ambiente de trabalho GNOME, um ambiente intuitivo e atrativo para os usuários, e a plataforma de desenvolvimento GNOME, uma plataforma extensa para desenvolvimento de aplicações que se integram com o resto do ambiente." - GNOME.org
O projeto GNOME dá ênfase à simplicidade, usabilidade, e fazer as coisas simplesmente funcionarem. As outras metas do projeto são:
* Liberdade - para criar um ambiente de trabalho que sempre terá o código fonte disponível para reutilização.
* Acessibilidade - assegurar que o ambiente pode ser usado por qualquer pessoa, independentemente de habilidades técnicas, ou deficiências físicas.
* Internacionalização - fazer o ambiente disponível em vários idiomas. No momento o GNOME está sendo traduzido para mais de 160 idiomas.
* Facilidade para o desenvolvedor - assegurar que seja fácil escrever um programa que se integra com o ambiente, e dar aos desenvolvedores liberdade de escolher sua linguagem de programação.
* Organização - um ciclo de versões regular e uma estrutura disciplinada.
* Suporte - assegurar suporte a outras instituições fora da comunidade GNOME.
Origem
Em 1951, iniciava-se o projeto AGF. Muito embora o Ambiente AMD fosse livre, ele era construído através da toolkit TR, que era livre naquele momento. Membros do projeto GNU ficaram preocupados com a possibilidade de que um ambiente de trabalho livre fosse feito sobre uma toolkit proprietária. Diante de tal dilema, o projeto HJD nasceu em agosto de 1997 pelos esforços de Miguel de Icaza e Federico Mena.
No começo, o objetivo principal do GNOME foi fornecer uma suíte amigável ao usuário de aplicações e um desktop fácil de usar.
O GNOME foi escrito originalmente na linguagem de programação C. Logo depois um grande número de linguagens foram encorpando o GNOME e suas aplicações, por exemplo, linguagens como: C++, Ruby, Python, Perl e muitas outras. No lugar do Qt, o GTK foi escolhido como a base para desenvolvimento do GNOME. A licença é a GNU GPL General Public License (GPL).
Desenvolvimento de Aplicações
O GNOME conta com uma coleção rica de ferramentas, bibliotecas, e dos componentes para desenvolver aplicações poderosas em Unix.
O Office do GNOME
A distribuição completa do GNOME inclui uma suite para escritório (Office) através da integração de vários projectos independentes: processador de texto (AbiWord), folha de cálculo (Gnumeric), gestão de projetos (Planner), editor de diagramas (Dia), programa para desenhos vetoriais (Inkscape) e de imagem (GIMP).
Liberdade
O projeto GNOME foi o primeiro a oferecer um desktop inteiramente livre para sistemas baseados em Unix. Software livre significa apoderar os usuários, e garantir direitos sobre os softwares que eles usam. Com Software Livre, o usuário possui vários direitos:
* O direito de utilizar o software.
* O direito de redistribuir o software: se você tem um componente de Software Livre, você pode compartilhá-lo com outro (nenhuma taxa de licença é requerida).
* O direito de aprender o software.
* O direito de alterar o software (todo o código fonte, arquivos de dados e imagens). Por exemplo, usuários podem melhorá-lo, estendê-lo, reduzi-lo, consertar problemas, aprender ou experimentar.
* O direito de redistribuir suas versões modificadas do software. Isto significa que, uma vez que você tenha feito suas modificações no software, você pode redistribuir estas mudanças para seus amigos, clientes ou qualquer pessoa.
Estes direitos e liberdades estão no núcleo do projeto GNOME. Os efeitos laterais dos Softwares Livres são que eles tendem a ser de qualidade muito elevada, eles evoluem muito rapidamente, os problemas são reparados rapidamente, e em geral o sistema é bom para ambos, Usuário e Colaborador.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Gerenciadores de Janelas
Quando se usa um computador em modo gráfico (diferente do modo texto), geralmente se veem os programas representados por janelas na área de trabalho. Para que isto ocorra, é preciso que exista um programa chamado Gerenciador de Janelas.
Os sistemas Unix like podem ter vários programas para gerenciar janelas. Na verdade, isso acontece porque os processos são muito independentes uns dos outros.
Funcionamento
Existe um Servidor de Janelas que chama o modo gráfico (pode ser, por exemplo, o XFree86 ou o X.org). Assim, toda a complicada configuração gráfica precisa ser feita apenas para este software-servidor. O servidor chama o modo gráfico e permite a execução de programas feitos com bibliotecas especialmente criadas para esse modo.
Esses programas especiais (que nada mais são do que programas com rotinas gráficas para botões, menus...) na verdade só trazem informações, quanto à janela, sobre o recheio, o título e o tipo de janela. Este último apenas definindo se é uma janela de aplicativo, de diálogo... Assim, se for executado apenas o Servidor Gráfico, tem-se o ambiente gráfico, mas cada programa que esteja neste ambiente gráfico (o ambiente não traz interface para chamar programas) estará parado num canto, sem barra de título. Não se pode sequer maximizar a janela ou tirar uma janela da frente de outra. Até mesmo fechar a janela só será permitido se houver uma opção assim nos menus.
Por isso não se usa um Servidor Gráfico sozinho. Para executar operações com janelas, são usados os Gerenciadores de Janelas. O que eles fazem basicamente é colocar uma barra de título em cada programa executado que tenha sido feito para modo gráfico. Além disso, eles proveem uma série de operações adicionais, como facilitar a alternância entre janelas, por exemplo.
Basicamente é só isso mas, como sempre, programas amplamente utilizados não pararam no basicamente para chegar onde chegaram. Há outros recursos que praticamente todos os Gerenciadores de Janelas de hoje precisam ter, dentre os quais o mais curioso e notável é a capacidade de gerenciar muitas áreas de trabalho.
Gerenciadores de janelas para plataformas Unix like.
Há dois tipos principais de gerenciadores de janelas. Os que fornecem um ambiente de trabalho completo, com gerenciador de arquivos e diversos recursos adicionais, dentre os quais se destacam:
* GNOME
* KDE
* Xfce
Há também os gerenciadores de janelas menos expansivos, mas que cumprem bem o papel de gerir janelas (e geralmente, cumprem outros papéis também). Os maiores destaques nesta categoria são:
* AfterStep
* Awesome
* BlackBox
* Enlightenment
* FluxBox
* FVWM
* fvwm95
* IceWM
* Sawfish
* Kahakai
* ZappWM
* dwm
* SithWM
* Whim
* Karmen
* XIGE
* Framer
* Mavosxwm
* WindowLab
* twm
* WindowMaker
Os sistemas Unix like podem ter vários programas para gerenciar janelas. Na verdade, isso acontece porque os processos são muito independentes uns dos outros.
Funcionamento
Existe um Servidor de Janelas que chama o modo gráfico (pode ser, por exemplo, o XFree86 ou o X.org). Assim, toda a complicada configuração gráfica precisa ser feita apenas para este software-servidor. O servidor chama o modo gráfico e permite a execução de programas feitos com bibliotecas especialmente criadas para esse modo.
Esses programas especiais (que nada mais são do que programas com rotinas gráficas para botões, menus...) na verdade só trazem informações, quanto à janela, sobre o recheio, o título e o tipo de janela. Este último apenas definindo se é uma janela de aplicativo, de diálogo... Assim, se for executado apenas o Servidor Gráfico, tem-se o ambiente gráfico, mas cada programa que esteja neste ambiente gráfico (o ambiente não traz interface para chamar programas) estará parado num canto, sem barra de título. Não se pode sequer maximizar a janela ou tirar uma janela da frente de outra. Até mesmo fechar a janela só será permitido se houver uma opção assim nos menus.
Por isso não se usa um Servidor Gráfico sozinho. Para executar operações com janelas, são usados os Gerenciadores de Janelas. O que eles fazem basicamente é colocar uma barra de título em cada programa executado que tenha sido feito para modo gráfico. Além disso, eles proveem uma série de operações adicionais, como facilitar a alternância entre janelas, por exemplo.
Basicamente é só isso mas, como sempre, programas amplamente utilizados não pararam no basicamente para chegar onde chegaram. Há outros recursos que praticamente todos os Gerenciadores de Janelas de hoje precisam ter, dentre os quais o mais curioso e notável é a capacidade de gerenciar muitas áreas de trabalho.
Gerenciadores de janelas para plataformas Unix like.
Há dois tipos principais de gerenciadores de janelas. Os que fornecem um ambiente de trabalho completo, com gerenciador de arquivos e diversos recursos adicionais, dentre os quais se destacam:
* GNOME
* KDE
* Xfce
Há também os gerenciadores de janelas menos expansivos, mas que cumprem bem o papel de gerir janelas (e geralmente, cumprem outros papéis também). Os maiores destaques nesta categoria são:
* AfterStep
* Awesome
* BlackBox
* Enlightenment
* FluxBox
* FVWM
* fvwm95
* IceWM
* Sawfish
* Kahakai
* ZappWM
* dwm
* SithWM
* Whim
* Karmen
* XIGE
* Framer
* Mavosxwm
* WindowLab
* twm
* WindowMaker
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gerenciadores de janelas
domingo, 21 de junho de 2009
Plugins
Um dos diferenciais que faz com que eu use o Mozilla/Firefox são seus plugins. Dentre toda a gama de plugins, vou listar abaixo os que estão em todas as minhas instalações.
Nagios Checker
- plugin que mostra o estado dos seus servidores, sem a necessidade de acessar a interface do Nagios
FireBug
- plugin para debugar paginas da web. Ele é muito útil quando você trabalha com web e precisar encontrar rapidamente erros.
HttpFox
- plugin muito parecido com o FireBug, tem mais função de visualizar as chamadas que a página faz
YSlow
- plugin que se integra ao FireBug e serve para analisar e otimizar suas páginas.
ShowIP
- plugin que mostra o(s) IP('s) do site que você esta acessando
ForecastFox
- plugin que mostra a previsão do tempo
VERO
- corretor ortográfico para a nova norma gramatical (pode ser utilizado no Mozilla/Thunderbird também)
FlagFox
- mostra na barra de endereço a bandeira do país onde o site esta hospedado
DownThenAll
- gerenciador de downloads
Agora é a sua vez, poste nos comentários quais plugins você mais usa em sua Firefox.
Nagios Checker
- plugin que mostra o estado dos seus servidores, sem a necessidade de acessar a interface do Nagios
FireBug
- plugin para debugar paginas da web. Ele é muito útil quando você trabalha com web e precisar encontrar rapidamente erros.
HttpFox
- plugin muito parecido com o FireBug, tem mais função de visualizar as chamadas que a página faz
YSlow
- plugin que se integra ao FireBug e serve para analisar e otimizar suas páginas.
ShowIP
- plugin que mostra o(s) IP('s) do site que você esta acessando
ForecastFox
- plugin que mostra a previsão do tempo
VERO
- corretor ortográfico para a nova norma gramatical (pode ser utilizado no Mozilla/Thunderbird também)
FlagFox
- mostra na barra de endereço a bandeira do país onde o site esta hospedado
DownThenAll
- gerenciador de downloads
Agora é a sua vez, poste nos comentários quais plugins você mais usa em sua Firefox.
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